sábado, 5 de novembro de 2011

também já fui criança *

Hoje apercebo-me da diversidade de falsidade que me rodeia , já não distingo o bem do mal , o correcto do incorrecto. Depois de tantas quedas apercebo-me que o que foi ? jamais voltará. Hoje percebo que a minha tristeza é a felicidade de muitos , agora sei o que dói perder as pessoas que mais amamos por mentiras e falsidades. por outro lado ? tenho orgulho em mim (...) tudo o que sou , só eu construí. perdoei tudo o que sempre houve para perdoar , sempre chorei as lágrimas que tinha a chorar. o tempo fez de mim uma mulher mais fria. Hoje sei que os verdadeiros são aqueles que por mais que erre , por mais que caia , independentemente de que se eu esteja no topo ou no chão , terei sempre uma mão para dar. O tempo e a idade ensinou-me que não posso dar mais do que posso dar. mais do que devo dar. a partir de agora ? é em frente que quero seguir. 
não vou esperar , não vou chorar , vou cair , mas irei sempre levantar-me. 


« Num dia nasci , fui inocente , cresci , continuei inocente. De inocente tornei-me mulher , aprendi amar , aprendi a desejar , aprendi a querer. Evolui , cai , sofri, hoje ? amar ? já não sei o que é isso. »

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